
Esta obra é parte integrante de uma série de imagens que procuram estabelecer uma ligação entre realidades paisagísticas, a partir das formas do assentamento típico castrejo e a delimitação territorial contemporânea das propriedades rurais, no noroeste português. Uma investigação visual que coloca em diálogo as construções de delimitação territorial (muros) pertencentes a duas épocas diferentes e distantes entre si mas que, curiosamente, se cruzam na sua morfologia e arcaísmo construtivo.
Foto reproduzida nos catálogos:
Boticas – o real documentado, o real ficcionado e Mostra Jovens Criadores 2017 (CPAI).